
Me chamo Everaldo Rodrigues, sou brasileiro, escritor, bacharel em Estudos Literários e mestrando em Teoria e História Literária pela Unicamp.
Desde criança fui um leitor voraz: comecei lendo quadrinhos, depois Agatha Christie, Arthur Conan Doyle e, na adolescência, fui fascinado por nomes como Stephen King, Edgar Allan Poe, Mary Shelley, Henry James, Machado de Assis e H.P. Lovecraft, que moldaram minha paixão pelo fantástico e pelo terror.
Publico meus livros de forma independente desde 2014, o que me permite manter uma relação de proximidade com meus leitores. A virada de chave que definiu meu destino aconteceu em 2016, quando deixei para trás uma estável carreira como técnico em eletroeletrônica para me dedicar exclusivamente à literatura.
O resultado? Escrevi O Capeta-Caolho contra a Besta-Fera, uma novela de terror que mistura folclore, cangaço e horror, e que recebeu o I Prêmio ABERST em 2018, na categoria “Melhor conto ou novela de horror”. Anos depois, em 2023, o mesmo livro seria finalista do 2º Prêmio Geek da Amazon, ficando em 2º lugar pelo voto popular.
A dedicação à literatura também me permitiu ingressar em uma graduação em Estudos Literários e descobrir uma nova paixão: a pesquisa em literatura. Com minha monografia, intitulada Espelho sem fundo: Ensaio genético sobre manuscritos de Modesto Carone, recebi o prêmio de Melhor Monografia no IX Concurso de Monografias do Instituto de Estudos Literários (IEL-Unicamp).
Atualmente, estou prestes a concluir um mestrado em Teoria e História da Literatura, com minha pesquisa sobre os contos fantásticos de Machado de Assis.
Ainda na literatura, lancei outros seis livros, entre eles o romance Kiumba, ambientado no Rio de Janeiro da Era Vargas, em que exploro temas como memória, trauma e espiritualidade. Também sou autor das coletâneas Passeio Noturno (em dois volumes) e Contos esparsos, além de ter participado de diversas antologias do gênero fantástico e de horror, como a Antologia Dark, publicada pela DarkSide Books.
Meu processo criativo combina pesquisa histórica e liberdade imaginativa — acredito que a pesquisa deve servir à narrativa, e não o contrário. Costumo escrever ouvindo heavy metal e estabelecendo metas diárias de escrita, algo que me ajuda a manter o foco e a disciplina. Meus livros são o resultado de muita dedicação e paixão, minha forma pessoal de explorar os limites entre o real e o sobrenatural
Também exerço as atividades de ghostwriter e leitor crítico. Saiba mais sobre esses serviços clicando aqui.